Omayra Sánchez Garzón (28 de agosto de 1972 – 16 de novembro de 1985) foi uma menina colombiana vítima da erupção do vulcão Nevado del Ruiz, que devastou a cidade de Armero em 1985. A sua morte, agonizante e transmitida ao vivo pela televisão, sensibilizou o mundo para as falhas na resposta à crise e tornou-se um símbolo da tragédia.
Durante a erupção, Omayra ficou presa debaixo dos escombros de sua casa, com as pernas presas em água e lama. Tentativas de resgate foram dificultadas pela falta de equipamento adequado e pela distância entre a área afetada e os centros urbanos. Equipes de resgate, voluntários e jornalistas testemunharam a sua luta pela vida durante três dias.
A imagem de Omayra, com o rosto sujo e os olhos fixos, capturou a atenção do mundo. As fotos e vídeos da sua agonia expuseram a desesperança da situação e a falta de recursos para salvá-la.
A morte de Omayra Sánchez gerou grande indignação e questionamentos sobre a preparação para desastres na Colômbia e a resposta do governo à emergência. A sua memória permanece viva como um lembrete da importância da prevenção e da necessidade de investimentos em infraestrutura e treinamento para lidar com desastres naturais. Sua história é frequentemente utilizada em discussões sobre ética jornalística e a exploração da dor e do sofrimento humano.
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